Ingressei no jornalismo político em 2006, trabalhando no extinto jornal Veja Agora, que em seu curto tempo de vida alcançou rapidamente a condição de quarto jornal da capital.
Eu , Gilberto Léda , Caio, Nestor Bezerra e o chefe de redação, Regis Marques trabalhamos forte naquela eleição, onde infelizmente, o grupo para o qual trabalhamos fora derrotado.
Acompanhei o resultado final da eleição numa sala do TRE preparada para receber os profissionais da imprensa. Permaneci até que fosse apurada a última urna. Mas antes mesmo, faltando ainda cerca de 20 por cento das urnas, a vitória de Jackson estava assegurada.
De um dos pátios do TRE, eu , Marco D’eça e outros tantos jornalistas, fomos testemunhas de um momento histórico para a política maranhense. Milhares de pessoas tomaram por completo a frente do TRE, ao som da musica, que para muitos, foi um dos responsáveis pela chamada onda Jackson que tomou conta da capital. Um grande trio elétrico cruzava as avenidas e o povo eufórico pulava , gritava e dançavam, comemorando a vitória de Jackson Lago. Mal sabiam eles, o que os aguardavam.
Sinto-me privilegiado, em ver em tão pouco tempo, tanta coisa acontecer. Perto de me decidir pelo jornalismo vi José Reinaldo romper com a família Sarney. Já inserido no Jornalismo acompanhei Jackson Lago e José Reinaldo porem fim à hegemonia sarneisista.
Agora, vejo esse mesmo grupo que derrotou a chamada “oligarquia” meter os pés pelas mãos e levar o povo ao arrependimento. O arrependimento de ter escolhido gente como Aderson lago , Aziz santos, Mauro Bezerra e o pai de todos eles, o atual governador Jackson Lago.
Com a criação de uma nova política salarial, o governo se perdeu criando a famigerada “lei do cão” . O que era para ser um sonho de liberdade, tornou-se o pesadelo da escravidão.
Escrevo este pequeno artigo motivado por uma foto, a de uma professora sendo jogada para o alto por um grupo de companheiros. Eles estavam comemorando a decisão do STF de suspender a “lei do cão”.
Como ironia do destino, e que ironia, sou mais uma vez testemunha de mais um fato político que muda novamente o roteiro deste filme.
Assim como testemunhei o povo comemorando nas ruas ao som de é 12 é 12 é 12 a vitória de Jackson, também fui testemunha desse mesmo povo cantar em tom de protesto é 12 engana , 12 engana, 12 engana... e neste protesto popular de pura indignação o 12 se transformou. E o TRE deixou de ser o palco da alegria para dar lugar ao Palácio dos Leões, como o palco do protesto, da indignação e do arrependimento. Mas que no fim acabou sendo o palco da alegria com o fim da “lei do cão” imposta pelo governador Jackson, que prometeu o céu e ofereceu o inferno.
Nada melhor do que um dia atrás do outro
Escrito por mmfvieira às 13h16
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Mais uma de Kenard
Bom , hoje fiquei sabendo mais uma do nosso amigo Roberto Kenard. Já faz algum tempo, ele se envolveu numa confusão com taxistas, teve seu carro quebrado e levou a maior surra. o motivo da surra foi que ele bateu no carro de um dos taxistas e disse que não pagaria.
E não é que surgiu a conversa que o cara não pagou mesmo. Resultado, os taxistas estão doidos para quebrá-lo no pau novamente.
Escrito por mmfvieira às 13h08
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Se não fosse Ricardo, hen ?
Sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal em acatar por dez votos a um a medida cautelar proposta pelo PMDB para suspender a lei do cão imposta pelo governo do Estado, eu só tenho a dizer que a justiça foi feita. só para lembrar os mais dontes, foi a Justiça que decidiu assim. e não Sarney.
Vamos falar de outro assunto. Esse do governo todo mundo já sabia como iria terminar.
Já que criaram bolg até pra falar de jornalista, vou aproveitar e dar minha contribuição.
O jornalista Roberto Kenard, que também se considera um poeta, há muito deixou de ser referência no meio jornalístico. Pelo menos é o que se ouve falar.
Com fama de boêmio e preguiçoso, o jornalista que é dono do matutino Diário da Manhã, nunca é visto circulando pelos ambientes onde circula o que é notícia. Uma espécie de estrela decadente do jornalismo, kenard sobrevive colando matérias da Internet nas 12 páginas de seu jornal. E fatura alto com isso. Não sei como, mas fatura.
Amanhã eu escrevo mais sobre a biografia dessa maquina de ganhar dinheiro com jornal, que é o grande Roberto kenad.
Amanhã ele vai falar dos meus erros de português.
Escrito por mmfvieira às 19h52
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Vejam só como são as coisas. A turma que se diz do governo, durante a festa de lançamento da programaçao da tv tropical , canal 23, que aconteceu na casa de eventos espaço 1000, reconheceu a força do pessoal da Mirante.
Quando anunciavam os nomes de jornalistas presentes no evento, destacaram um em especial, o jornalista Décio Sá, de O Estado do Maranhão. " Queremos destacar a presença do nosso amigo , o jornalista Décio Sá. ele é do outro lado, mas está aqui para nos prestigiar" depois disso o jornalista foi ovacionado pelo publico governista, que numa demonstração clara de admiração pelos profissionais do Sistema Mirante, aplaudiram em alto e bom som o rival Décio Sá.
Depois dessa eu só posso chegar a seguinte conclusão; eles esculhambam , mais o que eles queriam mesmo era ter o sistema do lado deles. É. Parece que Maquiavel estava certo. é melhor ser temido do que amado. Pelo menos funcionou pra Décio.
Escrito por mmfvieira às 20h07
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