Será que foi só migué da Alumar ?
Nos últimos dias , a Alumar foi alvo de muitas criticas por conta de seu projeto de expansão que vai aumentar a produção de alumina de 1,5 milhão de toneladas para 3,5 milhões de toneladas ano. na Assembléia Legislativa os deputados Marcos Caldas e Max Barros conseguiram a relaização de uma audiencia pública para discutir com a Alumar como seria feito o projeto de expansão da refinaria. a alumar por sua vez não se deu nem ao trabalho de mandar um representante.
Hoje foi o dia da Alumar entrar em ação e driblar a imprensa para passar sua versão sobre o projeto de expansão da refinaria onde deve receber um investimento deR$ 4,1 bilhões na fase de construão e mais 8,3 bilhões pós expanção.
Durante a coletiva, Nilson Ferraz , um dos diretores da Alumar, discorreu sobre varios temas e apresentou um video com varias infrmações. Sutilmente o diretor foi passando para a imprensa números que desmitiam os citados por Max Barros e Marcos Caldas.
Por exemplo; os deputados queriam saber na audiência , na qual a Alumar não compareceu, quais seriam os impactos ambientais. Na coletiva, o diretor Nilson Ferraz disse que o projeto de expansão não causaria nem um tipo de dano a natureza, já que as obras estão sendo executadas em um espaço preparado , sem a necessidade de desmatamento.
Outro ponto que a Alumar tentou ludibriar a imprensa com passeio de ônibus e lanches, foi a quantidade de energia eletrica consumida pelo consórcio. Os parlamentares também questionam o valor pago pela Alumar , que segundo eles é 75 por cento mais barato do que valor pago pelo consumidor comum, e ainda que ela consome mais da metade da energia consumida em todo Estado.
Na coletiva, os representantes da Alumar não deixaram passar em branco e trataram de dar a seguinte informação; pagamos barato por que compramos muito. o preço de um sabonete não pode ser o mesmo para quem compra uma unidade e para quem compra caixas e caixas.
e depois foi a vez do consumo . eles disseram que com a expansão o consumo não vai aumentar tanto. eles alegam que não haverá aumento no consumo, uma refinaria não depende de muita energia. Mesmo assim, estando bem avontade em seu território tremeram a voz quando o assunto foi a energia.
Duranteo passeio, nos levaram para plantar mudas de árvore e em seguida para conhecer o parque ambiebtal da Alumar. tudo para dizer que não cometem crimes ambientais, ao contrário, preservam natureza.
ou seja, tudo parece não ter passado de uma estrategia usando a imprensa para dizer o que não tiveram coragem na frente dos deputados na audiência pública.
Escrito por mmfvieira às 19h49
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Curiosidade
O que será que passou pela cabeça do senador José Sarney quando viu uma multidão aplaudindo e chorando durante o enterro de seu amigo, o homem forte da Bahia, senador Antonio Carlos Magalhães, e bem ali, na capital, Salvador??!!
Cinco perguntinhas
Até quando o presidente Luis Inácio Lula da Silva vai se safar de tanta atrapalhada que acontece em seu governo? O homem parece que virou santo. Cai ministro, secretário, irmão, avião, despenca tudo e todos, e ele nem sequer tropeça. Até quando? Será que só controlar a inflação, distribuir bolsa família, diminuir o risco-país e aumentar a exportação é suficiente? Com tantos resultados positivos não daria para já ter resolvido a crise no setor aéreo? Se o presidente teve tempo, e dinheiro não é problema para a Infraero, o que faltou? Vontade política?
Sempre fortes
A notícia veiculada pela oposição de que o chefe da Casa Civil, Aderson Lago, e o líder do governo na Assembléia Legislativa, deputado Edivaldo Holanda (PTC), teriam ameaçado deixar o governo por conta de brigas internas provocadas pelas negociações com o sindicato dos policiais, é um tanto quanto estranha. Na verdade, tudo não passa de mais um blefe da oposição. Aderson Lago continua forte na pasta, e Edivaldo Holanda é o homem de confiança do governo na AL. Prova disso, é a preferência do Executivo pela candidatura de Holanda à presidência do Legislativo.
Blefando
A informação sem pé e muito menos cabeça, de que pode haver baixas no governo, caso não seja cumprido o acordo celebrado com os delegados e policiais civis, foi baseada apenas por uma declaração da parte interessada pela greve, o delegado Amom Jansem, presidente do Sindicato dos Policiais (Sinpol). O delegado diz que percebeu uma “certa chateação de Aderson Lago”. Vale lembrar que existe uma diferença muito grande entre se chatear e querer deixar o governo. É querer forçar a barra.
Só nos bastidores
O segundo semestre na esfera política será marcado por intensa articulação nos bastidores rumo às eleições de 2008. Daqui até o início das campanhas, tudo na política se voltará com mais força para as eleições municipais, na capital e no interior do Estado. Cada projeto a ser apresentado na Assembléia Legislativa, reunião, participação em eventos políticos, tudo terá intenção de fortalecer a imagem, tanto de quem apóia como de quem vai disputar um cargo político.
Escrito por mmfvieira às 14h43
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